A planilha que virou o sistema da empresa
Começou como um controle simples. Hoje tem abas demais, uma fórmula que ninguém ousa mexer e uma única pessoa que entende. Quando ela tira férias, a operação pisca.
A planilha não cobra mensalidade. Cobra em hora da equipe e erro que aparece tarde. A gente tira esse processo dela e põe a primeira versão no ar em até 30 dias.
Seu CRM faz 80% e trava nos 20% que são só seus. A gente constrói o que falta em cima do que você já usa, ou a primeira versão de um sistema do seu jeito. No ar em até 30 dias.
3 perguntas ◆ menos de um minuto ◆ a agenda abre nesta página
O quase é o mais caro. Funciona o suficiente para ninguém trocar. Falha o suficiente para alguém sofrer toda semana.
Começou como um controle simples. Hoje tem abas demais, uma fórmula que ninguém ousa mexer e uma única pessoa que entende. Quando ela tira férias, a operação pisca.
Cadastra o lead, dispara o e-mail, lembra do follow-up. Mas a regra que faz a sua empresa ser a sua empresa, ele não faz. Então alguém exporta, ajusta na planilha e digita de volta.
O pedido chega por mensagem, a aprovação é um áudio, o status é 'vou ver e te falo'. Funciona até alguém perguntar onde parou. Aí todo mundo procura.
Você assinou, configurou, treinou a equipe. E foi adaptando a operação ao que ela permite, em vez do contrário. Cada função a mais é outro plano, outra tela, outro login.
◆Nada disso é desorganização. É ferramenta que ficou pequena para o tamanho que a sua empresa alcançou. Dá para consertar sem jogar fora o que já funciona.
Não necessariamente. São duas perguntas diferentes. Sobre os dados: ninguém apaga nada. A sua planilha e o seu sistema atual ficam onde estão até você decidir que viraram histórico. Sobre abandonar o que usa: o que você já tem não é obstáculo, é ponto de partida. Mostra onde o processo trava de verdade. No diagnóstico, a gente escolhe junto um de três caminhos.
Para quando a planilha ou a ferramenta virou o próprio problema. Vale também para o sistema de prateleira que você paga e mal usa. A gente constrói o sistema que faz o trabalho e define no diagnóstico como os seus dados atuais entram nele. Você não recomeça do zero.
Para quando o que você usa faz 80% e trava nos 20%. A gente constrói só a peça que falta: o módulo, o painel, a automação. O seu CRM continua sendo o seu CRM. Você só para de exportar para planilha.
Para quando o problema é ferramenta que não conversa com ferramenta. Se o que você usa tem porta de entrada (exportação ou API), a gente liga as pontas e o dado deixa de ser digitado duas vezes. Se não tem, você fica sabendo na proposta, não depois.
◆Durante o build, a sua operação continua rodando como hoje. A troca só acontece quando a primeira versão estiver no ar e a sua equipe usando. Qual dos três é o seu caso? Isso a gente decide junto, no diagnóstico, antes de qualquer proposta. Sem trauma de migração.
Sem RFP (aquele processo formal de cotação), sem especificação de dezenas de páginas, sem reunião em série. Você não precisa saber o nome técnico do que quer. Precisa saber o que te incomoda.
Reunião online de cerca de 60 minutos, direto com o fundador da Belgos. Você mostra o processo como ele roda hoje: a planilha, o CRM, o grupo de WhatsApp. A gente pergunta onde trava, quem opera e onde os dados estão, e sai da conversa com um recorte: a parte do problema que cabe em 30 dias e resolve mais.
Você recebe por escrito, em uma página, o que entra nesta primeira versão, o que fica para depois e como fica o que você já usa. Você lê, aprova e paga a entrada. Só aí a gente começa a construir.
A gente constrói. Você acompanha em checkpoints curtos e vê o sistema crescer na tela, com dados reais do seu negócio, não em relatório de status. Dúvida sobre uma regra do seu negócio? A gente pergunta na hora, em vez de adivinhar. Ajuste dentro do escopo fechado entra durante o build, não depois da entrega.
A primeira versão entra no ar e passa para a mão da sua equipe, com a passagem de uso: como operar, o que vem depois. O pagamento final é na entrega, não numa data do calendário. E a planilha antiga pode finalmente virar backup.
◆Resultado: em até 30 dias, a coisa que devia ser automática passa a ser.
Dois pagamentos: na entrada e na entrega
A sua equipe passa a usar o sistema no dia a dia. Se quiser, você contrata com a gente a manutenção e a evolução: hospedagem, monitoramento, correções, melhorias e suporte. É opcional, e essa conversa acontece depois da entrega. O que acontece com a hospedagem se você não contratar fica escrito na proposta, antes de você decidir.
Se você se viu nos três primeiros e em nenhum dos dois últimos, o próximo passo são três perguntas e um horário. Leva menos de um minuto.
Três respostas rápidas, menos de um minuto, e você escolhe o horário aqui mesmo, sem sair da página. A reunião é online, cerca de 60 minutos, comigo.
Você fala com quem vai fechar o escopo, não com um vendedor.
Enrico Filliettaz ◆ fundador da BelgosO convite com o link do Google Meet chega no seu e-mail; se o horário apertar, remarque pelo próprio convite. Lembrando o formato: dois pagamentos (entrada e entrega), primeira versão utilizável em até 30 dias. Chegue com os três pontos abaixo e a gente sai da reunião com o caminho definido.
Reunião online pelo Google Meet, cerca de 60 minutos, direto com o fundador da Belgos. Seus dados já foram para o convite; é só escolher o dia e a hora abaixo. Você já disse o que incomoda; a reunião é para olhar como isso funciona hoje e o que dá para resolver primeiro. Se a decisão passa pelo seu sócio, traz ele junto: uma conversa a três economiza duas.
A agenda não carregou? Abrir em uma nova aba.
Pelas suas respostas, o Express talvez não seja o encaixe certo agora: ele foi desenhado para quem decide pela empresa e para operações de um certo porte, e a gente prefere dizer isso aqui do que ocupar uma hora sua. Não é um não para sempre: se quiser uma opinião rápida sobre o seu caso, me chame no WhatsApp. Se você não decide, mas conhece quem decide, mande esta página para essa pessoa. E se a sua dor for gerar demanda e vender mais, o caminho é o belgos.co.
Você tem um processo que trava. A gente coloca no ar um sistema que resolve a parte mais cara dele. Leva até 30 dias, e a conversa começa com uma frase sua. Vem comigo.